Mapeando como roda uma empresa agentic e ideias de IA para a plataforma de eventos
Estudei como uma infra de agente que aprende pode servir uma empresa inteira, explorei IA para melhorar o produto de inscrições e aprofundei trade-offs de deploy self-hosted.
Dia mais de perguntas de arquitetura do que de código. A maior parte foi pensar em voz alta com o agente sobre como as peças de uma empresa pequena podem de fato rodar em cima de uma infra de IA.
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Três sessões em volta de uma pergunta central: como rodar uma empresa agentic onde o agente continua aprendendo, mas o repo da empresa guarda só skills e conteúdo das áreas. O ponto delicado é que a inteligência vive no servidor, não no repo, então colaboradores que clonam o repo da empresa localmente ainda precisam de um jeito de contribuir com skills sem mexer no núcleo. Mapeei como o projeto foi construído, o que ele já faz hoje, e como skills auto-criadas e auto-melhoradas se encaixariam. Trabalho de design puro, sem commits.
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Duas frentes aqui, unindo workspaces diferentes. Primeiro, produto: pedi pro agente ler o repo inteiro e apontar onde IA poderia melhorar a experiência, tanto pra quem cria e organiza eventos quanto pra quem se inscreve. A abordagem foi produto e customer focused primeiro, depois escolhas de tecnologia, com onboarding e docs de usuário no escopo. Segundo, posicionamento: trabalhei numa resposta clara pra "qual problema seu sistema resolve" e salvei no contexto.
Também aprofundei trade-offs de infraestrutura desse projeto: se Nix faz sentido aqui, como o setup self-hosted atual se compara a opções gerenciadas, e Docker Swarm versus a abordagem de PaaS self-hosted. Boa clareza sobre o que manter simples.
career
Também criei um repo público novo de portfólio e subi pro GitHub. Mantive genérico de propósito.
Espiritual
Estudo de literatura sapiencial sobre o princípio das primícias e generosidade, salvo para depois.
Tem dia em que o entregável de maior valor é um mapa mais claro, não um diff verde.