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Posts, runbooks e triagem de automações

Dia de publicar o incidente de memória do MongoDB, organizar aprendizados de infraestrutura e transformar várias frentes de produto em documentos mais claros.

O dia começou fechando trabalho que tinha nascido como incidente: publiquei o post sobre Out Of Memory em container com MongoDB, Dokploy e WiredTiger. A parte importante foi deixar o texto menos narrativo e mais útil: explicar o sintoma, mostrar por que o cache do WiredTiger pesa em uma VPS pequena, e registrar o ajuste temporário com setParameter, swap e monitoramento.

Também ajustei o próprio processo de escrita. Sincronizei memória de projeto para o Codex, refinei as regras do AGENTS.md e deixei mais explícito que posts técnicos precisam mostrar a correção aplicada, sem final vago. Foi uma melhoria pequena no repositório, mas grande para o fluxo: menos contexto perdido entre agentes e menos retrabalho na hora de transformar debugging em conteúdo.

Produto e infraestrutura

No iTOP, o trabalho se espalhou por produto, infra e documentação. Revisei planos para sair de uma arquitetura apertada em VPS e desenhei caminhos com Vercel, Neon, Postgres e ambientes separados para produção e staging. Também apareceram tarefas de termos de uso, split de pagamento, manuais para organizador e participante, compressão de imagens para Open Graph, suporte com IA e um roteiro de migração de MongoDB para Postgres.

Em paralelo, usei o próprio projeto para estudar Terraform e serviços gerenciados na AWS. O ponto não foi virar especialista em uma tarde, mas criar uma ponte entre os requisitos reais do sistema e os blocos de infraestrutura: banco, aplicação, armazenamento, custo e manutenção.

Aprendizado e operação

Outro bloco do dia foi entender ferramentas de agentes e memória. Li sobre projetos que registram sessões de IA em artefatos versionados, comparei ideias de memória para agentes e usei isso como espelho para o /daily: se o rastro vira documento público, o filtro de privacidade precisa vir antes da narrativa.

Também houve trabalho de descoberta em um produto de controladoria, com foco em onboarding, integrações e margem. A pergunta ficou mais concreta: quais partes podem virar automação e quais ainda precisam de validação humana?

Foi um dia de transformar várias conversas soltas em material operável: post publicado, runbook mais claro, planos de migração, docs de produto e uma regra melhor para publicar apenas o que pode ser público.