Citação, parser e orquestrador
Dia de aprofundar a extração de citações, simplificar a arquitetura de agentes e separar parsing determinístico de julgamento por IA.
O trabalho continuou no mesmo eixo do dia anterior: documentos jurídicos, extração de citações e arquitetura de agentes. A diferença foi que hoje a conversa ficou mais concreta.
Estrutura preservada
Primeiro, ajustei o caminho de criação do projeto para preservar o estado original do repositório base. Em vez de modificar algo sem referência, a ideia foi clonar ou espelhar a estrutura certa e então comparar o que precisava mudar.
Também revisei a pasta de backend e transformei a análise em um prompt mais claro para recriar a estrutura. Isso é útil quando vários agentes estão tentando chegar ao mesmo desenho técnico.
Determinístico antes de agente
O tema mais importante foi a pergunta sobre citações. Em um volume grande de documentos, não faz sentido depender apenas de um agente extrator. O caminho mais forte é começar com padrões determinísticos, regex, parser, normalização e testes com exemplos reais. Depois, a IA entra para resolver bordas, explicar trechos e validar exceções.
Também removi complexidade opcional na orquestração. A arquitetura precisava de menos camada conceitual e mais clareza sobre onde estava o orquestrador, o que ele chamava e qual era a responsabilidade de cada etapa.
O dia fechou com uma decisão prática: usar IA onde ela amplia o sistema, não onde ela substitui um parser que deveria ser confiável.