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Decisões de arquitetura, Docker e CRM open-source

Dia de planejamento: stack offline-first para um app de campo, documentação de projeto para onboarding de devs, e avaliação do Twenty CRM.

Dia de decisões de arquitetura. Três frentes diferentes pediram atenção, cada uma com trade-offs próprios.

Stack offline-first

O bloco mais denso foi planejar a stack de um app que precisa funcionar sem internet. O usuário está em campo, longe de sinal, então praticamente tudo precisa rodar offline.

Avaliei Next.js + Supabase com capacidade offline-first. Pesquisei o papel do Capacitor e comparei com uma abordagem PWA pura. A conclusão parcial é que PWA + service worker resolve a maioria dos cenários sem adicionar complexidade desnecessária, pelo menos na v1. Organizei o escopo em fases para não virar "macarronada de código".

Onboarding de devs

Em outro projeto, o foco foi preparar o terreno para outros desenvolvedores (e vibecoders) contribuírem. Criei README.md, AGENTS.md e CLAUDE.md com instruções claras de setup via Docker, incluindo restart/reload sem precisar migrar tudo do zero a cada mudança.

Também avaliei migrar uma base legada para um monorepo TypeScript com Hono e oRPC, usando Bun. Fiz o commit inicial da nova estrutura.

Twenty CRM

Explorei o Twenty, um CRM open-source, como possível ferramenta de gestão. Subi localmente via Docker para entender o que ele oferece e se faz sentido integrar com os projetos em andamento.

O dia terminou com uma lição recorrente: antes de escrever código, vale gastar tempo definindo como o time vai executar o projeto.